quarta-feira, 16 de outubro de 2013

à noite à luz da candeia.

entre oliveiras e vinhas,
entre lendas e pergaminhos
bordados e tigelas de vinho!
tenho saudades de ser quem era.
tenra idade, ingenuidade infinita!
crenças eternas que o homem modifica.
mas à momentos no tempo
que tudo se justifica!
o encanto,do som da gargalhada...
dos dias de sol,
ouvir o som da chuva
no aconchego do leito...
e sentir as batidas do teu coração....
juntinha ao teu peito.
o florir das estações.
e na bica da nascente,
 enchia-se os cântaros
e havia violetas selvagens.
à noite...é o azeite que incendeia
e dá vida,luz à candeia!
menina dos olhos brilhantes,
doce fascínio...
da cor do fruto da oliveira!