sábado, 23 de agosto de 2014

obrigada pelo abrigo

na paz escrevo....
na paz me elevo,
e subo á montanha
quem  me acompanha!
serei mansa ave
louca chave de abrigo
e nem sei quem sou!
me faz exaltar de alegria
neste dia de escombros e fragilidades.
não me deixes aqui escondida,
ao som desta melancólica melodia
não me atices os leões!
nem me mandes foliões,
sou meiga de espirito
de lágrima solta...
e aprisionaram-me!
reboquem-me os fortes...
entre vozes ilustres e hinos de memoria,
me solto, flutuo....
vou-o ao vento sobre teu juramento.
prometi ser doce, mesmo neste momento!
obrigada pelo abrigo.
até sempre meu amigo!